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Vírus que circula no Facebook Messenger já afeta brasileiros
Vírus que circula no Facebook Messenger já afeta brasileiros

31 de agosto de 2017

Usuários do Facebook Messenger podem ser alvo de um novo malware que direciona o usuário para sites infectados. Os primeiros casos relacionados a esse vírus foram detectados no início de agosto e os ataques foram direcionados para a Rússia, Brasil e outros países da América Latina.

A empresa de segurança Kaspersky revela que o código malicioso é distribuído por meio de um recado no mensageiro da rede social, que parece ser de um amigo — encorajando, dessa forma, o clique em um link encurtado no bit.ly que leva a um arquivo no Google Docs. Ao tentar abrir o domumento, é abrerta uma foto do perfil do

Facebook da vítima e cria-se uma página de destino que parece ser um vídeo. Ao tentar reproduzi-lo, o vírus redireciona para sites infectados.

Comportamento diferente de acordo com o browser

O malware se comporta de forma diferente, dependendo do navegador. Ao clicar no link malicioso no Chrome, é exibida uma página falsa do YouTube que acusa um erro e exibe uma mensagem pedindo o download e uma extensão. No Firefox, as vítimas são levadas a baixar um suposto plugin do Flash Player em .exe. Já quem usa macOS e clica no link do golpe pelo Safari vê um alerta que pede a instalação também de uma atualização falsa do Flash, em formato .dmg.

Fabio Assolini, analista de segurança da Kaspersky Lab, explica que este médoto não é novo. “O adware [sistema que reproduz em massa anúncios indesejados ao usuário como um spam] usa a técnica de cadeia de domínios, que redirecionam e rastreiam usuários através de sites mal-intencionados, dependendo de recursos como idioma, localização geográfica, sistema operacional, informações do navegador de internet, complementos instalados e cookies, entre outros”.

A Kaspersky não identificou, até o momento, nenhuma ação do ataque que envolva a instalação de cavalos de troia ou exploits para tomar o controle dos computadores afetados. Entretanto, cibercriminosos por trás desse ataque provavelmente ganharão dinheiro com publicidade não solicitada e acesso a informações pessoais de muitas contas do Facebook que clicaram no link.

“Ao fazer isso, ele basicamente move o navegador através de um conjunto de páginas da Web e, usando cookies de rastreamento, monitora as atividades, exibe determinados anúncios e até mesmo executa ações para que os usuários possam clicar nos links. Todos sabemos que não é recomendado clicar em links desconhecidos, mas esta técnica basicamente o obriga a fazê-lo”, explica.

Para evitar problemas, a recomendação dos especialistas é, como de costume, não clicar em links suspeitos, mesmo que tenham sido enviados por amigos. Outra medida é usar softwares antivírus com proteção de navegadores e mensageiros.

Fonte: Techtudo

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