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Quase metade das empresas brasileiras não virtualizou storage, backup e proteção de dados
Quase metade das empresas brasileiras não virtualizou storage, backup e proteção de dados

5 de fevereiro de 2018

Ainda que a IDC tenha apontado que a crise econômica ajudou a acelerar a transformação digital no Brasil, as empresas estão apenas no começo desta a jornada. Para avançar, elas precisam mudar sua infraestrutura de TI, de modo a contar com um ambiente ágil e que facilite as inovações.

A primeira edição do estudo IT² – Indicador de Transformação da TI, encomendada pela Dell EMC e a Intel para IDC, mostrou que, em uma escala de 0 a 100, as companhias instaladas no Brasil atingiram uma média de 43,7 pontos.

O dado não chega a ser uma surpresa e evidencia que elas têm um longo caminho a ser percorrido para que o ambiente tecnológico esteja preparado para suportar as demandas por digitalização. O grande obstáculo segue sendo o sistema legado. Por mais que a diferença do porcentual dos gastos para manutenção de legado comparado aos investimentos para inovação esteja diminuindo, 45% das empresas pesquisadas afirmaram que alocam mais de 60% do orçamento para manter o sistema legado.

“Existe uma grande decisão a ser tomada pelos gestores de tecnologia: como manter a empresa funcionando com sistemas legados ao mesmo tempo em que começa a trabalhar com plataformas inovadoras”, salientou Medeiros. “Sem a TI se transformar, a empresa não se transforma digitalmente”, acrescentou.

Há de se reconhecer, contudo, que alguns passos começam a ser dados. “Você não vê mais empresa apoiada apenas em mainframe”, apontou Pietro Delai, gerente de pesquisa e consultoria de infraestrutura da IDC Brasil, explicando que existem companhias em diversos momentos. “Mas o gestor de TI ainda tem dificuldade em direcionar investimentos para a inovação. Ele teria de otimizar caixa, economizar em algum lugar, para gerar caixa em inovação”, detalhou.

Dos entrevistados, 67% afirmaram que já virtualizaram mais de 50% do seu processamento, mas virtualizar servidores é o primeiro passo. Ao observar outros itens, como armazenamento, rede, proteção de dados e desktop, fica evidencia o espaço a ser ocupado. Por exemplo, 45% das empresas tem zero de virtualização em armazenamento (storage); 46% não tem nada virtualizado em proteção de dados, ou seja, replicação e backup. O porcentual é ainda maior para rede (54%) e sobe para 76% em relação a desktops.

O levantamento também demonstrou que só 9% das empresas consultadas têm a infraestrutura de TI na modalidade de cloud, com automação, cobrança por uso e acesso pela internet. Enquanto que a maioria encontra-se no estágio inicial da modernização, com 40% das organizações na fase de virtualização (com consolidação e gerenciamento dos equipamentos virtualizados) e 40% na etapa de consolidação dos ambientes. Outros 11% das corporações apontam que estão em fase de automação, com virtualização de equipamentos e provisionamento da infraestrutura sob demanda.

O estudo foi feito com base na autoavaliação dos gestores de TI acerca do estágio de maturidade no qual eles acreditam que as empresas se encontram em diversos aspectos. Foram entrevistados 250 profissionais responsáveis pela decisão de compra da infraestrutura de TI de empresas privadas com mais de 250 funcionários.

Fonte: Convergência Digital 

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