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Presidente do BC diz que não deve haver ‘precipitação’ para baixar juros
Presidente do BC diz que não deve haver ‘precipitação’ para baixar juros

7 de dezembro de 2016

O Presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse nesta quarta-feira (7) que não deve haver “precipitação” para que o órgão baixe os juros. Ele ainda afastou a possibilidade de antecipar a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para 10 e 11 de janeiro.

 

“Não tem que ter precipitação”, declarou Goldfajn em café da manhã com jornalistas em Brasília.

 
O presidente do Banco Central admitiu que há pressão para intensificar o processo de corte dos juros básicos da economia como forma de estimular o crescimento do nível de atividade na economia brasileira. Segundo ele, esse tipo de pressão é “algo recorrente” no Brasil.

 
“Dessa vez, questionam não a falta de credibilidade [do BC], mas o contrário. A gente tem bastante credibilidade. A gente abriu espaço e pode flexibilizar a política monetária [baixar os juros]. As discussões são para outro lado. Estamos fazendo o que tem de fazer e somos parte da solução”, acrescentou Ilan Goldfajn.

 

Corte maior dos juros
De acordo com o chefe do Banco Central, se o cenário previsto pelo Copom estiver certo, de menor nível de atividade, de queda dos preços e de “ancoragem” da inflação às metas preestabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (4,5% para 2017 e 2018, com teto de 6%), “provavelmente” a instituição vai acelerar o processo de corte dos juros em janeiro.

 
O mercado financeiro já acredita em sua maioria que os juros sofrerão um corte mais intenso, de 0,50 ponto percentual, para 13,25% ao ano, no começo de 2017.

 
Na semana passada, o Copom reduziu a taxa básica da economia brasileira pela segunda vez seguida, de 14% para 13,75% ao ano, um corte de 0,25 ponto percentual. A decisão, unânime entre presidente e diretores do BC, veio no mesmo dia em que o IBGE divulgou que o Brasil continuou em recessão no terceiro trimestre. Por conta da atividade fraca, havia pressão para que o BC acelerasse o processo de corte dos juros, o que não aconteceu.

 
Questionado se o anúncio de aumento recente do preço da gasolina, pela Petrobras, e a crise fiscal nos estados, com Minas Gerais decretando calamidade financeira, assim como já fez o Rio Grande do Sul, poderiam afetar as decisões da autoridade monetária sobre o ritmo de corte dos juros, Goldfajn afirmou que a visão do BC “não mudou”.

 
“Se mudou nossa visão, não mudou. Temos serenidade, a gente tem de olhar várias coisas que acontecem, incertezas. A gente tem de olhar para frente de forma serena. O importante é que reformas sejam aprovadas, que inflação continue caindo com expectativas de inflação [para os próximos anos] ancoradas [às metas preestabelecidas]”, declarou ele.

 
Fonte: G1

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