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O custo financeiro do cibercrime entrou no orçamento das corporações
O custo financeiro do cibercrime entrou no orçamento das corporações

23 de fevereiro de 2018

O custo financeiro do cibercrime entrou, de verdade, no orçamento das corporações. O relatório de cibersegurança da Cisco mostra que mais de metade de todos os ataques resultaram em danos financeiros superiores a US$500.000, incluindo, entre outros, perda de receita, clientes, oportunidades e custos diretos. A má notícia é que os ataques estão aumentando em velocidade e complexidade. Internet das Coisas desponta como pesadelo para os gestores de segurança.

“Não há dúvida que os malware e os ransomware vão se multiplicar. O Wanna Cry, por exemplo, não teve o intuito de roubar e causar prejuízo financeiro. Se tivesse, o impacto serias muito maior. Mas vão vir malware com esse intuito”, informou Ghassan Dreibi, gerente de desenvolvimento de negócios de segurança para a América Latina da Cisco, em entrevista ao Portal Convergência Digital.

No Brasil, a Internet das Coisas tem se tornado um pesadelo para os gestores de Tecnologia. Tanto é assim que 23% dos entrevistados do relatório assumiram ter sofrido ataques na automação. “Tem que se fazer muito diante dos objetos conectados e faltam especialistas em segurança no país”, salienta Dreibi. O 11º Relatório Anual de Cibersegurança (ACR, sigla em inglês) de 2018 da Cisco, que ouviu 3600 diretores de segurança da Informação, informa ainda que houve um incremento de 50% no tráfego da Internet criptografado.

O estudo também revela que, no ano passado, 25% dos profissionais de segurança disseram que usaram produtos de 11 a 20 fornecedores, em comparação com 18% dos profissionais de segurança em 2016. Os especialistas também reportaram que 32% das violações afetaram mais da metade de seus sistemas, em comparação com 15% em 2016.

A pesquisa mostra ainda que o uso da nuvem está crescendo e que os atacantes aproveitam a falta de segurança avançada. O relatório aponta ainda que 27% dos profissionais de segurança disseram que estão usando nuvens privadas off-premises, em comparação com 20% em 2016. Cinquenta e sete por cento dos entrevistados disseram também que hospedam redes na nuvem pelo motivo de uma segurança de dados melhor; 48%, devido à escalabilidade; e 46%, por causa da facilidade de uso.

Fonte: Convergência Digital 

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