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Comércio eletrônico cresce 5,2% no primeiro semestre
Comércio eletrônico cresce 5,2% no primeiro semestre

5 de setembro de 2016

O comércio eletrônico cresceu 5,2% no primeiro semestre no Brasil, atingindo a marca de R$ 19,6 bilhões, segundo relatório da E-bit. A projeção é de um segundo semestre ainda melhor, o que deve resultar em alta de 8% em 2016, com faturamento total de R$ 44,6 bilhões.

 

Segundo o relatório, há diferentes razões para o desempenho, a começar pelo crescimento de 31% no número de consumidores virtuais ativos – ou seja, quem realizou pelo menos uma compra no período. O número chegou a 23,1 milhões nos primeiros seis meses do ano.

 

Há, ainda, um forte crescimento nas vendas por meio de dispositivos móveis. A alta chegou a 18,8% no primeiro semestre, mas com tendência de crescimento ainda maior, visto que em junho o percentual bateu nos 23%, conforme aponta o mesmo relatório.

 

Além disso, houve alta de 7% no tíquete médio, que chegou a R$ 403,46. Esse aumento se deve, ao menos em parte, à variação de 2,83% nos preços, conforme medido pelo índice FIPE/Buscapé – alta que ficou menor que os 3,73% registrados no primeiro semestre de 2015, em grande medida, segundo a E-bit, pela menor pressão do câmbio sobre produtos e componentes importados.

 

Por outro lado, o desemprego em alta afetou a disposição da Classe C de comprar pela internet. Segundo o relatório, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior e no total foram contabilizadas 48,5 milhões de encomendas virtuais. A participação dos segmentos de maior renda parece ter aumentado, visto que a renda média familiar dos consumidores online cresceu 11%, alcançando R$ 5.174.

 

Ainda segundo a pesquisa, a categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%).

 

Ainda assim, uma pesquisa especial com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho, focada nos produtos comprados nos três últimos meses, apontou celular/smartphone como o item preferido, com 26% das respostas. Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%) foram outros itens indicados.

 

Essa pesquisa indicou que, em média, as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal. Preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) foram os fatores mais importantes na decisão.

 

Fonte: Convergência Digital

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