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Brasileiro estima inflação menor nos próximos 12 meses
Brasileiro estima inflação menor nos próximos 12 meses

24 de janeiro de 2017

A expectativa dos consumidores brasileiros em relação a inflação para os próximos 12 meses passou de 9,1% em dezembro para 7,9% em janeiro, conforme estudo divulgado nesta terça-feira (24) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice é o menor valor desde janeiro de 2015 quando a expectativa ficou em 7,2%. A comparação entre dezembro e janeiro teve queda de 1,2 ponto percentual, considerada pela FGV a maior variação negativa da série iniciada em setembro de 2005.

 

A instituição apontou ainda que entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano o índice de brasileiros que preveem a inflação abaixo do teto da meta estipulado pelo governo, que é de 6,5%, teve alta de 16,5 pontos percentuais, passando de 16% para 32,5%. Os consumidores que estimam que a inflação permanecerá em alta ao longo deste ano – entre 10% e 12% – também apresentou queda na comparação mensal da FGV, ao passar de 13% em dezembro para 9,5% agora em janeiro.
Segundo a FGV, o resultado de janeiro foi provocado pela queda da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que acumulou taxa de 6,29% em 2016, abaixo do teto da meta do governo, que é 6,5%. Segundo a FGV, a ampla divulgação da mídia para esse fato influenciou os consumidores.

 

Preços ao consumidor
Já a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), indicador esse da FGV, apontou alta em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação, entre a segunda e a terceira semanas de janeiro. A maior alta foi observada em Belo Horizonte: 0,24 ponto percentual, ao variar de 0,68% para 0,92% no período.
Também tiveram altas na inflação, as cidades de Recife com alta de 0,08 ponto percentual, ao passar de 0,63% para 0,71%, São Paulo com alta de 0,08 ponto percentual, ao passar de 0,53% para 0,61% e Porto Alegre que teve alta de 0,01 ponto percentual, ao passar de 0,60% para 0,61%.

De outro lado, três capitais tiveram queda na taxa: Rio de Janeiro (0,16 ponto percentual, ao passar de 0,78% para 0,62%), Brasília (0,13 ponto percentual, ao passar de 0,55% para 0,42%) e Salvador (0,04 ponto percentual, ao passar de 0,60% para 0,56%).

Fonte: Economia – iG 

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