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Ambientes colaborativos elevam engajamento dos profissionais
Ambientes colaborativos elevam engajamento dos profissionais

19 de agosto de 2016

Quando o desafio é aumentar o engajamento dos colaboradores, as grandes corporações têm muito a aprender com os ambientes de coworking. É o que revela uma pesquisa realizada pela consultoria de engajamento Santo Caos. De acordo com o estudo que inclui mais de 50 espaços deste perfil em todo o país, os profissionais que atuam em empresas instaladas neste tipo de ambiente declaram ser mais produtivos.

 

A amostragem corresponde a 160 respondentes de 31 cidades e sete estados e mais o DF (BA, DF, MG, PR, RJ, RS, SC e SP). Atualmente existem 378 espaços ativos no Brasil, número 54% superior em relação a 2015, segundo o Censo Coworking Brasil 2016. “O aumento exponencial da quantidade de coworkings revela a força e a eficácia deste modelo”, observa o sócio-diretor da Santo Caos Daniel Santa Cruz.

 

Do total dos coworkers ouvidos, apenas 12,5% afirmam que são produtivos em menos de 50% do tempo. Já quando atuavam no mundo corporativo, este número era de 37,1%. Os entrevistados apontam entre os diferenciais de empresas sediadas em coworkings o ambiente e cultura (34,4%) e o relacionamento com colegas e líderes (33,1%).

 

Os motivos do engajamento, ou seja, do conjunto de conexões racionais e emocionais entre as pessoas e as instituições onde atuam, ficam, portanto, muito evidentes: “No mundo corporativo, os profissionais ouvidos não gostavam da cultura da empresa e da falta de realização pessoal”, analisa o sócio-diretor.

 

Salários e benefícios com menor peso

 

Em um contexto em que a realização pessoal e a identificação com a cultura da empresa ganham força, os salários e benefícios deixam de ser prioridade, tanto que 63% daqueles que trabalham em coworking dizem que cresceram profissionalmente e 53,7% não voltariam para o mundo corporativo. Além disso, enquanto 76,8% está muito satisfeito com o trabalho atual, 47% afirma que o salário não é um ponto forte.

 

Segundo Daniel Santa Cruz, os resultados mostram que as empresas gastam muito tempo e esforço em pontos que nem sempre são os principais desejos do funcionário, e acreditam que apenas o pacote de salário e benefícios são os responsáveis pela manutenção ou saída de um profissional.

 

“Na verdade, as pessoas estão carentes de engajamento. Elas querem fazer mais, realizar mais. Fica o alerta para as empresas: sem esclarecer para o colaborador que ele vai oferecer ao seu público, a empresa perde o profissional e desperdiça produtividade latente que poderia ser um diferencial de negócio”, analisa.

 

Qualidade de vida

 

A qualidade de vida e a autonomia são outros diferenciais apontados pelos entrevistados: 86,2% afirmam que está igual ou menos estressado que no emprego anterior e 37% acham que o melhor deste novo estilo de vida é a liberdade. Mas, neste caso, segundo o executivo, qualidade de vida não significa menos motivação, já que 52% sente-se muito mais desafiado com o trabalho atual em relação ao antigo.

 

Fonte: Consultor Jurídico

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