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5 dicas para tirar vantagem da nova regra do rotativo do cartão de crédito
5 dicas para tirar vantagem da nova regra do rotativo do cartão de crédito

10 de fevereiro de 2017

O governo anunciou novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito. A mudança deve trazer alívio ao consumidor que costuma pagar apenas o valor mínimo da fatura e acaba entrando na bola de neve dos juros (que hoje passam de 15% ao mês, ou 450% ao ano).

A partir de 3 de abril, o rotativo só poderá ser usado por, no máximo, 30 dias. Depois desse prazo, ou o cliente quita a fatura vencida acrescida dos juros do rotativo, ou o banco terá que oferecer uma alternativa, que pode ser o parcelamento da dívida. Hoje, não há limite de tempo para uso dessa linha de crédito.

A expectativa do governo é que o custo do cartão de crédito caia pela metade com a mudança. Veja abaixo cinco dicas para tirar vantagem da mudança.

1) Pague 100% da fatura
Para quem está com as contas em dia e paga 100% da fatura do cartão no vencimento, nada muda com a nova legislação. E essa continua sendo a melhor opção para evitar pagar juros.;

2) Não aceite a primeira oferta
Esse é o primeiro ponto a que o consumidor precisa ficar atento: após os 30 dias no rotativo, cada banco pode definir quais alternativas vai oferecer ao cliente. O Banco Central não definiu nenhuma regra quanto a taxas de juros ou número de prestações. A princípio, os juros serão menores do que no rotativo.

“Nossa expectativa é que os clientes sejam levados a trocar o rotativo do cartão, cuja taxa está em 450% ao ano (15% ao mês), por uma modalidade de crédito parcelado, com juros na casa de 150% ao ano (8% ao mês)”, afirma o diretor de economia da Anefac (associação dos profissionais de finanças), Roberto Vertamatti.

“Ainda assim, ela seria a terceira linha de crédito mais cara do mercado, atrás apenas do rotativo do cartão e do cheque especial. Portanto, eu não ficaria muito animado.”

Ou seja: a alternativa oferecida pelo banco pode não ser necessariamente a melhor para você. A recomendação de Vertamatti é pesquisar outras opções de empréstimo dentro do próprio banco e também em outras instituições.

3) Empréstimo pessoal pode ser melhor que o parcelado

Uma simulação* feita pelo aplicativo de finanças pessoais Guia Bolso mostra que apelar para o empréstimo pessoal para pagar a dívida do cartão de crédito pode sair mais barato do que parcelar essa dívida do cartão com o banco.

Por exemplo, um consumidor com uma dívida de R$ 1.000 no cartão de crédito:

pela regra atual do rotativo, após 1 ano pagará R$ 2.213,76 no total;
pela nova regra, se ficar 1 mês no rotativo e parcelar a dívida em 11 vezes, pagará R$ 1.771,99 no total;
se fizer um empréstimo pessoal para cobrir a dívida do cartão, pagará R$ 1.381,56 no total.
Nesse caso, com a nova regra o consumidor deixa de pagar R$ 441,77 em juros. Porém, se optar pelo empréstimo pessoal para quitar a fatura do cartão em dia, deixará de pagar R$ 832,20 em juros.

4) Cuidado ao voltar a usar o cartão
A nova regra não definiu como fica o limite de gastos no cartão após o prazo de 30 dias no rotativo. O consumidor tem seu limite de crédito reduzido até quitar a dívida?

“Não há uma regra. Ficará a critério de cada banco restabelecer o limite original do cartão ou considerar que aquele novo empréstimo alternativo continua restringindo o limite. Vai depender muito do relacionamento do banco com o cliente”, diz Vertamatti.

De toda forma, o consumidor deve ficar atento ao quanto pode pagar, e não ao limite oferecido pelo banco, alerta o especialista. “A pessoa precisa aprender a usar melhor o crédito para não se endividar ainda mais.”

5) Consulte o banco sobre como será a migração
Não está claro ainda se a migração do rotativo do cartão de crédito para um financiamento alternativo será automática, ou se o cliente terá que expressar a sua escolha de alguma forma. Procurados pela reportagem, os principais bancos se limitaram a elogiar a decisão do Banco Central, mas não deram detalhes sobre as estratégias que cada um irá adotar com os clientes, nem sobre as opções de empréstimo que serão oferecidas.

 

 

Fonte: Uol

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